Desafiador

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Challenger

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Comprei um motor "véio" de Dodge 318! Para quem gosta de fotos...

Irineu Siqueira Neto

   Eu estava a algum tempo querendo adquirir um motor de Dodge para deixa-lo de "estepe" , até que em uma conversa sobre carros com um outro dono de oficina aqui na minha cidade, o cara me falou que tinha um motor de Dodge V8 que pretendia fazer um carro de arrancada, mas desistiu e que me venderia, se eu quisesse, olhei o motor, como tinha que fazer a retífica geral do bicho e as bronzinas ainda estavam numa boa medida que era a 0,10 resolvi fechar negócio!


Segue as fotos do antes e depois da desmontagem e lavagem, a retífica vai ficar para mais pra frente pois os recursos e as atenções estão todas voltadas para o "Amarelão do Reino Mopar"!


Vejas as muitas fotos, alguma dúvida sobre o motor pode perguntar, desmontei ele usando o manual de serviço original de uma autorizada Dodge, quem sabe poderei ajudar!


Veja: 

















De repente eu me lembrei do filme "O Terminal" e nele consta uma parte em a mão do protagonista serve como seu símbolo no aeroporto.
 Resolvi fazer uma marca parecida na minha agenda com a minha mão suja do motor.
Não ficou parecendo viadagem não, né?



E agora depois do banho:












Por fim embalado, mas não é "para viagem":





terça-feira, 20 de maio de 2014

Livro sobre transformar um motor Dodge Small em Big Block!

Irineu Siqueira Neto

Amigos...


Comprei um livro no Ebay sobre como aumentar o deslocamento dos motores dos Dodges!

O livro ensina a construir um motor de alto deslocamento usando como base os motores 318 e 340 da Chrysler. 

É um livro atual, que utiliza componentes aftermarket, como as peças de alumínio e virabrequins de curso ampliado já prontos para serem usados nos blocos 318 e 340 LA que encontramos nas lojas de alta performance.

O livro é bem ilustrado e super detalhado, eu o considero um tutorial, mas é preciso conhecimento de mecânica para compreende-lo em sua totalidade, no entanto, nem tudo são flores, o livro é em inglês,... então precisando aprender a língua da terra do Tio Sam.

Segue as fotos:





segunda-feira, 12 de maio de 2014

Senna em HQ

Entre os anos 1980 e 1990, as pessoas não ligavam muito de acordar cedo aos domingos. A família se reunia na frente da TV e ficava na expectativa de ver um brasileiro correr na mais glamurosa modalidade do automobilismo, a Fórmula 1. Mas tudo mudou depois de 1° de maio de 1994, quando o tricampeão bateu na curva Tamburello, em Ímola, Itália. A história de superação daquele que ganhou status de herói nacional está na HQ Ayrton Senna – A Trajetória de Um Mito (Nemo, 48 págs., R$ 29,90).


 A obra tem roteiro do jornalista francês e amigo de Senna Lionel Froissart e ilustrações dos belgas Christian Papazoglakis e Robert Paquet. Nos quadrinhos, estão momentos importantes da carreira do piloto, como a estreia na F-1, em 1984, no Grande Prêmio de Mônaco. A rivalidade com o francês Alain Prost, de quem foi companheiro de equipe, também é revelada.

E não poderia faltar uma das ocasiões mais emocionantes: a primeira vitória do brasileiro no País, em 1991, na qual completou a corrida usando apenas a sexta marcha. Talvez quem não tenha visto Senna nas pistas entenda por que ele ainda causa tanta comoção 20 anos após sua morte.

 
Fonte: DGABC

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Dodge mostra Charger 2015 em Nova York

Modelo começará a ser vendido no final de 2014


Dodge Charger 2015
Charger 2015: modelo está equipado com um motor Pentastar
3.6 V6 de 292 cv a 6.350 rpm e 36 mkgf de torque a 4.800 rpm
O Dodge Charger 2015 estreou esta semana no Salão de Nova York e estará disponível nas concessionárias dos Estados Unidos até o final de 2014.

A reestilização significativa da Dodge feita no Charger começa com um painel frontal inspirado no Dart, combinado com uma grade mais estreita e faróis mais arredondados.

A empresa afirma que quase todos os painéis da carroceria foram alterados, enquanto que as luzes diurnas e traseiras agora contam com a tecnologia LED. Nas versões SXT ou RT as luzes de neblina também são em LED.

Há também um novo spoiler de três peças no modelo, que vem de série na variante R/T, além de novas rodas de liga leve de 20 polegadas.

A Dodge também oferece novas pinturas e esquemas para o interior da cabine.
O Dodge Charger 2015 está equipado com um motor Pentastar 3.6 V6 de 292 cv a 6.350 rpm e 36 mkgf de torque a 4.800 rpm.

A fabricante também está oferecendo um bloco maior, um HEMI 5.7 V8 de 370 cv e 54,5 mkfg que permite que o R/T chegue aos 100 km/h em até 5 segundos.

Estes dois motores são acoplados a uma transmissão automática padrão TorqueFlight de 8 velocidades.
 
Dodge Charger 2015

Dodge Charger 2015

Dodge Charger 2015

Dodge Charger 2015

Dodge Charger 2015

Interior do Dodge Charger 2015


quinta-feira, 10 de abril de 2014

Ayrton Senna é homenageado com capacete Stormtrooper de Star Wars

O designer Andrew Ainsworth da Shepperton Design Studios criou um capacete Stormtrooper em homenagem a Ayrton Senna, um dos maiores pilotos de Fórmula 1 de todos os tempos. Senna faleceu na pista, há 20 anos, em decorrência de um acidente na pista Grande Prêmio de San Marino.
O capacete de corrida Stormtrooper foi desenvolvido por Andrew a partir de moldes originais que ele usou nos filmes da saga Star Wars em 1977. O artista Jason Brooks foi responsável por finalizar a obra.
O capacete será exposto na Art Wars na Saatchi Gallery de Londres.


Fonte: Correio de Uberlandia

sexta-feira, 28 de março de 2014

Texto original do Project Cars

Projeto: Charger SeteCinco- Lá Maquina!
Era uma vez... é chegado o momento... como começar um texto interessante? Segundo ensina a redação no inicio fale dos detalhes só o suficiente para despertar a curiosidade do leitor, pra mim o grande desafio de escrever o texto sobre o meu Muscle Car brasileiro ​é fazer com que os entusiastas de um Hot Hatch europeu se interessem por conhece-lo e vice-versa também! Ainda que o Project Cars esteja se tornando uma grande confraria.
"Era uma vez" um rapaz latino americano que sempre foi fã de carros e carrões,  a vontade dele de possuir um carro diferenciado  começou na sétima série do 1° grau quando um amigo nosso, o Gordo, apareceu com uma revista toda rasgada e em inglês chamada Hot Rod.
Fiquei louco com aquelas pinturas e aqueles motores! Era a coisa mais irada de toda a face da terra!
   Comecei a me interessar pelo restauração/customização de um carro antigo estiloso com mecânica refinada, e fui muito influenciado também pela revista Oficina Mecânica com suas reportagens sobre isso,  e sobre um empolgante Fusca com motor V8.
   Veja que coisa interessante, agora eu me encontrava naquela fase da vida de 15, 16 anos a falta de perspectiva me consumindo, então meu pai me mandou ir ao Senai me inscrever no curso de Técnico em Segurança do Trabalho, cara que coisa chata, nada contra esse profissional, apenas não era a minha praia, quando lá cheguei, a inscrição para este curso tinha se encerrado e estava aberta a de mecânica, isso eu achei o máximo. Seria um sinal do Céu? Liguei pra minha mãe e falei que iria se inscrever nele... não deixou, falou aquelas coisa que anda sujo, é pinguço etc...  
   Fica aqui um conselho, que a sua profissão seja algo que você ame, se não for, ame o que você faz.     
    Voltei pra casa sem graça de tudo, não tinha nem uma coisa e nem outra. Mas a vontade de fazer o meu carro estava lá.
   Após alguns anos trabalhando em postos de gasolina e de ajudante em oficinas boca de porco, consegui entrar numa autorizada da Pirelli como aprendiz de alinhador, fiquei ali seis meses, quando em 1996 após aprender o oficio arrumei um serviço como alinhador de um auto-center, estava feliz, mas faltava algo.
   Esse algo surgiu em forma de um Simca Tufão 1966! Fui fazer um teste em um Escort que cantava pneu e avistei ao longe a forma de um carro rabo-de-peixe, após o expediente fui lá conferir e "xonei' naquela velharia!
   Ferrugem puro do começo ao fim, agora eu entendo a frase o amor é cego, e é mesmo! 
No entanto, como só amor não compra peça e também não pinta carro, com muita dor no coração precisei abandonar o projeto do Simca pois não tinha nem recurso financeiro e nem o know-how necessário para empreender um projeto "dessa magnitude", e não se esqueça, todos os Project Cars são "dessa magnitude!"
     Segui a vida , realizei um sonho  profissional comecei a trabalhar em uma autorizada Toyota, que coisa fantástica!
     Em 2002 montei a minha oficina especializada na marca, após dez anos e na ocasião do termino do ano de 2012 decidi que era "chegado o momento" de começar a fazer o meu carro, pensei em até resgatar o projeto Simca, mas desisti, por que o sonho de infância era o lendário Dodge Charger nacional, que marcou a minha vida com aquela cara de raiva!
     Por que você sabe, homem só sente raiva e calor!
     Comecei a ler a literatura disponível, inclusive o Dart Games, bajulações à parte, e a acessar todo dia três vezes por dia o Mercado Livre, OLX, Web Autos, Auto Relíquias e etc atrás do Dojão pra chamar de meu.
    Depois de achar muito Dart/Charger e Charger LP 23 que pediam "80 conto" e mais o meu fígado como forma de pagamento, apareceu numa terça feira a tarde esse anuncio no ML:
Charger R/T 75 Motor Forte
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    Entrei em contato com o vendedor e marcamos de nos encontrar no domingo seguinte, o carro estava em Vilhena/RO a 820 quilômetros da minha cidade, resolvi ir de caminhão se desse negócio já embarcava o "minino" e trazia embora, levei a família inteira pra passear.
    Lá chegando encontrei com o vendedor que é uma pessoa idônea toda vida, honestíssimo e de fácil negociação, me deu um monte de peça sobressalente, e um macarrão muito bom que ele tinha trazido da Itália.
     Fomos ao despachante e ele já pagou todos os débitos do carro e no dia seguinte estava voltando todo feliz da vida com o Dojão na prancha! Olha eu sei que não é coisa de Dojeiro falar isso mas teve um momento que me veio lágrimas aos olhos, mas foi só por um momento!
    O resto do tempo fiquei planejando como daria andamento no Projeto: Charger SeteCinco-Lá Maquina!
    Após a aquisição fui brindado com a descoberta que na história da Dodge no Brasil, o Charger R/T 75 Amarelo Montego com rodas Magnum 500 é simplesmente o carro!  O Barata me corrija se estiver equivocado!    
    Até já me xingaram falando que eu não posso customizar um R/T 75 e etc e tal
no entanto também não sou um louco e transformar o Dodge em um carro abre-alas de escola de samba, as mudanças que irei empreender serão todas oriundas de dentro do universo Mopar. A turma do frisinho esta descontrolada...
   Fiquem tranquilos garanto o bom gosto! E se o serviço não ficar bom podem me desconjurar, pois tirando a funilaria e pintura o resto será feito por minha e pela minha equipe.
Agora que estamos todos contextualizados com o carro, aguarde cenas dos próximos capítulos!  

Imagem - Prioridades!

domingo, 23 de março de 2014

A GUERRA: Ayrton Senna e Nelson Piquet

A eterna querela entre 'sennistas' e 'piquetistas' sobre uma disputa que não ocorreu

Lá se vão 20 anos desde a morte de Ayrton Senna e 27 anos desde que Nelson Piquet conquistou seu terceiro campeonato mundial. Mas falar de um, em um diálogo, abre como que um portal para que alguém logo pronuncie o nome do outro. Exatamente como acontecia logo que Senna começou a despontar. Há uma eterna comparação. Natural quando colocamos lado a lado grandes campeões. Isso vale para o futebol, quando se pergunta Pelé ou Garrincha, ou para o basquete quando falavam de Jordan e Magic Johnson. Até aí, tudo ok.

Mas sob os nomes de Piquet e Senna há mais que isso: uma guerra insana entre seus fãs. Hoje é realmente minoria quem tem os dois como ídolos. Parece ser coisa da vida ter que escolher entre ser “sennista” ou “piquetista”. E parece realmente uma ofensa para um grupo ouvir pronunciar o nome do ídolo do outro. Não faz muito sentido, mas explica-se. Primeiro, é bom dizer: Senna e Piquet nunca duelaram verdadeiramente nas pistas. São de gerações diferentes. Se cruzaram no início de um e no fim do outro. Nos dois primeiros títulos de Piquet (1981 e 1983), Senna não estava na F1. No terceiro, em 1987, Senna fazia a transição, em uma equipe média àquela altura, para as grandes. Ganhou duas corridas e ficou em terceiro no campeonato, mas não se questiona que não tinha condições de brigar pelo título.

Piquet, por outro lado, nos três títulos de Senna, já estava em fase final de carreira, também em carros que não lhe permitiriam brigar pelo campeonato. Quando Senna ganhou o primeiro, Piquet não venceu uma corrida sequer. A McLaren reinava. Em 1990, só ganhou as duas últimas corridas do campeonato, pois Senna e Prost estavam resolvendo diferenças fora da pista. Em 1991, ano do último título de Senna, Piquet só venceu o GP do Canadá, que Senna não completou.

Em resumo, na pista, quando um tinha carro para ser campeão, o outro não tinha. Por isso, tirando algumas poucas curvas e uma ou duas corridas, nunca brigaram para valer na pista. Não houve acidentes entre eles ou qualquer desavença por motivo de competição. Talvez isso explique as razões pelas quais não se consiga chegar a um entendimento em um debate sobe o talento de cada um. Senna e Piquet não foram, portanto, competidores. Foram, por outro lado, inimigos. Isso ninguém questiona, embora nos últimos anos quem se cansou dessa eterna rinha tenha tentado amenizar um pouco as coisas.

As razões de discussão ficaram sempre fora da pista e se iniciaram, aparentemente, com pequenos mal entendidos, alimentados pela imprensa que tinha aquilo como um roteiro de filme ideal para promover a categoria no Brasil. A primeira se deu ainda no início dos tempos de Senna na Fórmula 1, em 1983. Foi quando Ayrton testou pela Brabham, em uma comparação com Nelson Piquet pedida por Bernie Ecclestone, então dono da equipe. Ao que consta, não diz verdade quem afirma que Senna bateu Piquet, e nem os que dizem que Piquet vetou Ayrton. Naturalmente, Nelson foi o mais rápido em condições iguais, o que era natural para um já bicampeão mundial contra um piloto que ainda não havia feito uma temporada. Por outro lado, a versão de que Piquet vetou Ayrton por ter se impressionado com seus bons resultados também não procede. Nelson jura que a Parmalat vetou Ayrton. Conhecendo sua sinceridade, parece plausível. Senna, no entanto, ouviu dizer o contrário.

Piquet não perdoou Senna por sair por aí dizendo que ele o boicotou por temê-lo e, em 1988, ironizou ao assumir o cockpit da Lotus que havia sido do brasileiro na temporada passada. Ao testar o carro que Senna usara na terceira colocação do ano anterior, afirmou que, primeiro, havia desinfetado o bólido. A repercussão negativa fez Piquet, posteriormente, elogiar Senna, prever seu título mundial no futuro, o que viria naquele ano, mas deu novo gás para a querela. E Ayrton caiu na pilha. Depois de desaparecer por toda a pré-temporada, ironizou: “Não tem sentido uma pessoa ser tricampeã do mundo e eu continuar sendo assunto. Já que ninguém gosta muito dele, o único jeito era eu sumir para que ele pudesse aparecer um pouco". Piquet sentiu o golpe e reagiu com a frase que colocaria uma pedra em qualquer possibilidade de uma futura boa convivência entre os dois: “ele sumiu para não explicar que não gosta de mulher”.

O que se viu na sequência foi Senna interpelar Piquet na Justiça, chamá-lo de débil mental e defender que fosse internado em um hospício. E, a partir daí, todos sabem, nem em entrevistas conjuntas eles queriam aparecer. Seis anos depois do ápice do clima ruim entre eles, Senna morreu. Piquet não foi ao enterro. Não chegou a ser desrespeitoso, mas declarou que não o fez pois seria “demagogia”. Deixou claro em uma entrevista a Marília Gabriela que não era amigo e que não faria como Prost, que foi ao enterro mesmo tendo atacado Senna tantas vezes no passado. Fato é que sua ausência alimentou as discussões sobre o ódio entre os dois.

Talvez o tempo fosse fazê-los sentarem à mesa para conversar. O próprio Prost garante que isso aconteceu entre ele e Senna. As poucas imagens dos dois nos últimos dias de vida de Ayrton confirmam que eles estavam mais próximos. Mas Senna morreu antes que o tempo decantasse o ódio mútuo na relação com Piquet. Por isso, continuam inimigos até hoje. Um lá e outro cá. O que ficou, por ser sincero e brincalhão, quase um sem noção, não tem condição de resolver a desavença sozinho. Quando fala, aumenta a polêmica, como quando respondeu a Mansell que era melhor que Senna pois sobreviveu e, Ayrton, não.

Restaria a tarefa então aos fãs de ambos os lados, mas uns seguem a amargura de Senna e, outros, a agressividade de Piquet. E, assim, a guerra continuará. A propósito, faço parte da pequena parcela que adora um, sem odiar o outro. Sou da geração Senna, o que naturalmente me fez ser “sennista” com orgulho, e não “piquetista”. Mas também seria igualmente “piquetista” com orgulho se tivesse visto na época o que só vejo através de VTs e relatos de um tempo que ainda não era capaz de entender. No fundo, queria que os dois fossem um só. Aí, sim, teria sido o maior de todos sem qualquer discussão.

 
 
Fonte: O Tempo

sábado, 22 de março de 2014

História do Projeto 75 no Flat Out!

Irineu Siqueira Neto

Como todos sabem fomos eleitos para o Project Cars do site Flat Out!, neste dia 21 foi divulgada a nossa história.

Confira:

Flat Out! Charger 75

Dodge Charger R/T 1975: a realização do sonho de infância de Irineu Siqueira
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